Falar de racismo e não mostrar os brancos escravizados é uma injustiça histórica

Hoje é o chamado “dia da consciência negra” e, por isso, quero trazer à baila um rápido assunto interessante vinculado ao tema, e que talvez você não saiba…

Você sabe quem são esses representados na imagem acima? São os eslavos, nome genérico dos habitantes da região dos Bálcãs, Leste Europeu, sul da Rússia, também ucranianos e poloneses. Eram ESCRAVOS BRANCOS de cabelos loiros e olhos azuis submetidos a todo tipo de maldade e crueldade humana. A existência deles no passado é que me garante que toda essa luta de contra o racismo, se não tiver a figura de um escravo branco é desleal, e digo, porquê: Até trezentos anos atrás, o total de escravos brancos, amarelos e indianos na Europa, no Oriente Médio e na Ásia era provavelmente muito superior ao número de africanos cativos transportados para a América pelo tráfico Atlântico. Só no final do século XVII a população de escravos negros se tornou majoritária.

A escravidão nunca esteve ligada a raça ou uma cor de pele. Só depois, por lutas políticas, se incluíram a questão em pauta, mas, a priori, nunca a cor da pele era o objetivo, o que queriam era estabelecer uma ideologia de víeis marxista – sendo que Marx NUNCA defendeu os negros, ao contrário, engrandecia os Alemães Hitlerianos de sua época –, e depois os marxistas usaram a figura do negro amarrado, machucado, chicoteado, acorrentado, mas esqueceram de colocar os brancos, em geral, os eslavos que, repito, sempre foram a MAIORIA escravizada no mundo.

Portanto, falar de racismo e não mostrar TAMBÉM os BRANCOS ESCRAVIZADOS, é uma infidelidade e injustiça histórica.

CONTRA a história NÃO SE LUTA!

Comente aqui