Quase sempre há um, porém… nessa questão!

Não há momento tão oportuno como agora em julho de 2020, época de grande beligerância idológica, para se falar da temática que percebi e à seguir passo à aludir:

Claro, todos somos a mesma coisa genotipicamente, que isso fique explicito uma vez por todas. Em Deus, não existe raça, existe gente. Racismo, portanto, é a maior manifestação do caráter do mal.

O casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, já admitiram terem se conscientizado sobre o racismo, e só mudaram após a adoção de uma criança negra. Dessa, em tese, “conscientização”, como compensação psicológica, pode nascer a necessidade que se vê claramente neles de se provarem e provarem que são “a representação máxima de inclusão social, de quebra de paradigmas, de protocolos e de tabus culturais infelizmente estabelecidos a séculos”, transformando ou querendo transformar-se numa espécie de “baluartes supremo do bem racial”, cada vez que amiudemente surgem com os adotivos.

Nos parece uma forçação de barra asquerosamente narcisista de auto-afirmação, também.

O aparecimento forçado em tudo que é mídia, do casal com as crianças, também pode está vinculado a “importação dos adotados”, tendo em vista que as lindas crianças vieram de outro continente e não do Brasil. Isso tem um aspecto psicológico extraordinário, o que faz com que alguém possa pensar: “Nossa, adotaram as crianças na África, que lindo, que casal amoroso e inclusivo, gente! Parabéns a eles que foram lááá na Africa adotar!

Entenda e não me demonize: mas, alguns brasileiros gostam mesmo de uma importação, tudo nacional parece não ter muita visibilidade, o importado é sempre melhor, e por isso tem de ser visto e mostrado com frequência.

Por esses e por outros fatores ‘psico-filosóficos’, e muito mais pela aparição contínua, assídua e constante da epitetado casal na TV e nas mídias sociais, que causa toda essa espécie em alguns observadores comportamentais.

É apenas isso, Uma Mera Observação, nada a mais, nada pessoal, é apenas uma simples “crítica-observativa-comportamental” de um insignificante como eu, porém, corajoso opinativo, à etiqueta que os susomencionados “arautos da justiça racial na internet e na TV”, chamam claramente para si, não pelo ato de ter adotado – que é louvável –, mas pela contínua necessidade de aparição.

Rubens Júnior,
Campos/RJ,
07/06/2020

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